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RÓMULO, Nome de Código

I Antologia de Poetas Lusófonos

Lis & Lena (Saga Imaginária)

Tripeça

Uma frutinha boa... outra com bicho

Renascer em Córdova

In pulverem

O Legado de Mireia

Poema de Outono

O alto espaldar da cadeira de verga

O Odres

Boa viagem e até amanhã...

Cerco de arame farpado

RÓMULO, Nome de Código
Folheto, Edições e Design

As coisas que ali aconteciam! Mas tudo bem retratado. Quem haveria de acreditar que nós, 'apanhados pelo clima', adultos de corpo, farrapos de espírito, jogávamos ao pião e corríamos de arco e gancheta, como nos dias longínquos da escola primária? Longínquos no espaço e perdidos no tempo. Sem fotografia ninguém iria acreditar. Manter o equilíbrio exigia muito de todos nós. A sensibilidade agudizava‑se de tal modo, que os copos de vidro grosso dos nossos sentidos se tornavam de cristal fino, frágil, friável, reduzido a estilhas ao primeiro embate. Nesses momentos a intervenção dele reatava os fios partidos.

Somos demasiado poucos, estamos demasiado longe e aflitivamente sós para nos darmos ao luxo de viver zangados. Vinde ali comigo fazer as pazes.

O campo neutro era o quarto do Pão Fofo, motorista, técnico de gravação de som e 'revendedor' de Nocal. De facto, uma muito boa cerveja.

Rómulo, Nome de Código




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